Como barrar a entrada de pragas na produção agrícola?
Como barrar a entrada de pragas na produção agrícola?
Na agricultura, barrar a entrada de pragas é muito mais eficiente do que lidar com os prejuízos depois que elas já chegaram à cultura. Mosca-branca, pulgões, trips, mariposa, traças e outros insetos são vetores de doenças e viroses e, em muitos casos, podem comprometer o desenvolvimento das plantas e prejudicar a produção.
Por isso, o cultivo protegido tem um papel cada vez mais estratégico: criar barreiras que dificultem a entrada desses organismos sem comprometer as condições necessárias para o desenvolvimento da cultura.
A prevenção começa pela barreira física.
As telas agrícolas anti-inseto são uma das principais ferramentas para barrar a entrada de pragas em estufas e telados. Instaladas nas laterais e pontos de ventilação, elas funcionam como uma barreira física que dificulta o acesso dos insetos ao ambiente protegido.
Mas existe um desafio: quanto menor a abertura da malha, maior pode ser a restrição à circulação de ar. Em culturas que precisam de boa ventilação, isso pode influenciar diretamente a temperatura e o microclima da estufa.
É justamente nesse ponto que a tecnologia das telas agrícolas evoluiu.
OptiNet®: proteção física e óptica
A OptiNet®, da Ginegar, foi desenvolvida para oferecer uma proteção mais sofisticada contra as principais pragas agrícolas.
Além da barreira mecânica, a tela possui a barreira óptica com aditivos não tóxicos que refletem a radiação ultravioleta (UV). Como muitos insetos utilizam essa faixa de radiação para orientação, a reflexão desorienta e repele os insetos do contato com a tela. Essa ação diminui a chance dos insetos fazerem a postura de ovos sobre a tela e, com isso, evita que as larvas que eclodem entrem pelos orifícios.”
A tecnologia é indicada especialmente para cultivos que enfrentam pressão de pragas como trips, mosca-branca, pulgões, mariposas e traças. Os dados de redução do número de indivíduos capturados dentro das estufas com a tela optinet comparados com uma tela anti afídeo comum podem ser observados nos gráficos a seguir.

Outro diferencial é a possibilidade de trabalhar com maior fluxo de ar, contribuindo para um ambiente mais equilibrado dentro da estufa. Com a tela optinet de 40 mesh, conforme apresentado nos gráficos, temos menor entrada de insetos que uma tela anti afídeo comum, porém com maior ventilação da estrutura. Essa ventilação auxilia na redução de calor dentro do ambiente e reduz disturbios fisiológicos provocados pelas temperaturas elevadas.
Menos pragas, mais eficiência no cultivo
Barrar a entrada de insetos significa também trabalhar de forma mais preventiva. Ao criar uma barreira eficiente, o produtor pode diminuir a pressão de pragas sobre a cultura e reduzir a necessidade de intervenções químicas, sempre dentro de um manejo integrado adequado.
Além disso, manter um ambiente protegido e com melhor controle de fatores como ventilação, temperatura e umidade contribui para condições mais favoráveis ao desenvolvimento das plantas.
A escolha da tela, portanto, não deve considerar somente o tamanho da malha. É importante avaliar a cultura, a região, a pressão de pragas e as características do ambiente protegido.
Tecnologia para proteger antes que o problema aconteça
No cultivo protegido, prevenção é uma estratégia de produtividade.
A Ginegar desenvolve soluções que unem proteção e tecnologia para diferentes desafios da agricultura. A OptiNet® representa essa evolução ao combinar uma barreira física contra os insetos com uma ação óptica que dificulta sua aproximação.
Porque proteger a produção não significa apenas impedir que a praga entre.
Significa criar um ambiente mais preparado para que a cultura se desenvolva com segurança, eficiência e qualidade.
Quando a tecnologia trabalha antes da praga chegar, o produtor ganha uma importante aliada para proteger sua produção.
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